sábado, 25 de julho de 2009

Picadeiro


Sabe aqueles momentos que tudo o que você precisa é precisar de nada? Nestes momentos você olha para o céu e diz, onde “Tatu”? Sem nenhum medo de trocadilhos, são 09h15min de Sábado. Tenho febre, começo a trabalhar no frio as dez, só paro as 20h00min. Rsrsrs calma, o blog não vai se tornar um diário de lamurias. Embora o céu esteja cinza, vejo daqui lindas mulheres, e o mar. Então assim começo o texto de hoje!

O vento que sopra do mar gela meu corpo e esquenta minh’alma , a beleza me sorri a cada segundo, seus olhos negros giram ao meu redor. Na correria das crianças, no tempo que passa, a magia, o som das cantigas infantis...
Meu coração num bailar fenomenal busca beijos que não cessariam, abraços que não teriam data de validade e musicas que seriam nada infantis.
O circo me torna mais poético, a magia das coisas que ele trás me torna mais romântico. E eu que sou palhaço, canto e choro por amor a arte!

Richard Goulart

terça-feira, 21 de julho de 2009

O fim do amor




Lindo o seu discurso sobre o fim do amor, sobre o fim da paixão e de tudo aquilo que venha dos sentimentos românticos, das poesias, das músicas de fossa.
Lindos seus versos ásperos evocando a mentira dos conjunges, da falência da instituição matrimonial e a morte das emoções. Versos que tornam seres humanos em roedores subterrâneos e os iguala a um único ser que torturou lhe a alma.
Embora aplaudindo sua dissertação, defendo-me doravante nesta humilde carta. Se é então real o fim do amor, o que faço com esta coisa dentro de mim? Como chamo então o que sinto agora?
Adoro assistir sua veemente falação, mas como então devo agir? O que faço com os versos que te escrevi enquanto sofríamos? Você por alguém que amou sem te querer, e eu por alguem que nunca ousou me amar?
O que faço agora com todas as canções, flores, frases e cores que criei? Sei que nunca lembraria do dia que colori para nós dois, do céu que mandei tingir de anil, das frutas que fiz perfumar. Sei que não sabe dos sonhos que criei, das aventuras que desenhei, das paisagens que desbotei...
Mesmo ouvindo seu pronunciamento sobre o fracasso do enlace, aqui dentro de meu consciente devaneio finjo loucura e adormeço a minha alegria.
Agora me diga, se realmente tudo o que diz é verdade, o que faço com o que sinto?



Richard Goulart

quarta-feira, 15 de julho de 2009

"A Incrível Viagem da Família Aço"


Olá, para os antigos leitores, venho comunicar que a "Incrível viagem da Familia Aço" está a todo vapor. Aos novos, aproveito para apresentar a peça.


Desde agosto de 2007 estamos, e quando digo estamos falo da "Cia Entreato", a qual faço parte. A peça já foi apresentada em várias escolas, Shoppings e Eventos do Rio de Janeiro. Circuito SESI (SP), Circuito SESC-CBTIJ (RJ) e no Teatro Miguel Falabella - Norte Shopping (RJ) e ainda será apresentada nos seguintes lugares:


- De 25 de julho até 30 de agosto - Teatro dos Grandes Atores (Shopping Barra Square) - sáb e dom. às 17h.
- Setembro - dia 01 às 15h. - Festival Nacional de Teatro de Campo Limpo SP.
- Novembro - Festival Internacional de Teatro de Angra/RJ - Família Aço foi convidada a se apresentar.

- Festival Internacional de teatro de Cabinda (Angola/África) - Ainda sem data prevista


A Peça

Trata-se da história de um menino, Júnior Aço, que pede de aniversário um reencontro com sua mãe. O pai Aço lhe informa que ela mora num lugar muito bonito. Ele, então, decide procurá-la pelo país afora, realizando uma viagem pelo folclore brasileiro. Essa aventura começa em Minas Gerais, com Pedro Malasartes, malandro do povo que conta causos, músicas caipiras e guia o palhaço menino de barco em direção à Bahia. Ao desembarcar em Salvador, ele recebe de uma baiana muitos presentes regionais e segue rumo a Pernambuco. Lá, conhece o teatro de Mamulengo e acaba duelando com um repentista que lhe apresenta a literatura de cordel. A viagem continua na Paraíba, onde um amigo oferece carona ao menino no seu pau-de-arara. Ao chegar ao Maranhão, Junior conhece Catirina, uma simpática menina, que mexe com seu coração. No dia seguinte, Júnior cavalga as margens do Rio Tocantins em direção ao sul do país. Nos pampas gaúchos, o menino vive a lenda do Negrinho do Pastoreio e conhece a padroeira do Brasil, Nossa Senhora de Aparecida.


HISTÓRICO: A INCRÍVEL VIAGEM DA FAMÍLIA AÇO



- II Festival Nacional de Teatro de Campos dos Goytacazes / RJ (Novembro de 2007) – O mais importante do Estado do Rio de Janeiro.Vencedor de 10 Prêmios: Melhor Espetáculo, Melhor Texto, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Trilha Sonora, Melhor Figurinos e Melhor Maquiagem;
- VIII Mostra SESC RJ-CBTIJ (Agosto a Dezembro de 2008). Circulação do espetáculo com apresentações em 14 unidades do Sesc Rio, no interior e capital do estado do RJ.(Capital: Cantagalo, Engenho de Dentro, Madureira, Ramos, Tijuca / Interior: Barra Mansa, Campos, Nova Friburgo, Niterói, Nova Iguaçu, Petrópolis, São Gonçalo, São João de Meriti, Teresópolis e Três Rios);
- XIII Encontro Nacional de Teatro de Rua de Angra dos Reis / RJ (Abril de 2008);
- VII Mostra SESI SP de Teatro Infantil (Maio a Julho de 2008)Circulação do espetáculo com apresentações em 12 cidades do interior do estado de SP;(Araraquara, Birigui, Franca, Itapetiniga, Marília, Mauá, Osasco, Piracicaba, Rio Claro, Santo André, Santos e Sorocaba);
- VII Mostra de Teatro de Petrópolis / RJ (2008);
- Funalfa – Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora / MG (Novembro de 2008)Vencedor de 06 Prêmios: Melhor Espetáculo, Melhor Texto, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Trilha Sonora. E obteve ainda as Indicações de Melhor Direção e Melhor Cenário;
- Festivale (não competitivo) – Participação no Festival Nacional de Teatro de São José dos Campos SP (2008) – O mais importante festival nacional de teatro do estado de SP (Mostra não competitiva);
- PRÊMIO ZILKA SALABERRY 2008: 06 indicações - Melhor Espetáculo, Texto, Cenário, Figurino, Ator e Atriz; e vencedor em duas categorias: MELHOR ESPETÁCULO e MELHOR ATRIZ (Lú Gatelli);


OBS. Na peça eu vivo o Avô de Aço Jr, (Vovôzaço) e ainda a baiana, o paraibano Tom Cruz e o gauchão.


Espero vocês, forte abraço!



Richard Goulart

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O Café

No tempo em eu Leonardo Nidecher (ou Léo Gama), ainda dividiamos apartamento. Sempre passavamos a noite tomando Coca-Cola ou Café enquanto jogavamos conversa fora. Dentro da temática vicio, as implicâncias sempre aconteciam. Léo fuma horrorósamente, eu por minha vez adoro um bom café. Durante uma de nossas conversar Léo falou: "Vamos fazer um curta?" - Prontamente começamos a pensar de como podia ser a história, lemos inumeras piadas, conversamos sobre o tema cigarro e café até que surgiu este curta. O café é uma idéia conjunta de três malucos. Daniel Ribeiro, Léo Gama e Richard Goulart.
Pipoca, café e um cigarrinho e bom filme pra vcs!

Richard Goulart

domingo, 15 de março de 2009

A você que espero...



Um presente seu sorriso que afaga minh'alma, o sabor de suas palavras posso sentir ao longe. O que fazem seus olhos distantes dos meus? E seus lábios?
Deixe-me contar, deixe-me falar de meus desejos, de minhas taras, de meus sonhos. Deixe-me zombar de nossa rixa natural, de nossas diferenças.
Um presente sua visita, terrível escrever sem olhar nos olhos, sem nunca olhar nos olhos, sem saber o sabor, o cheiro, o abraço, o toque.
Terrível ter a distancia, a distancia...
O que é distante para quem já esteve na China?
Sabe o que vejo? Um mundo colorido lá fora. Vem, segura minha mão e vamos voar sem pensar no tempo, esqueça que as horas passam enquanto estamos aqui enclausurados, e dai que o mundo anda a passos largos?
Deixe-me saber de suas histórias, de suas viagens, de seus desenhos, me ofereça uma bolacha, um bixxcoito, um café. Segura minha mão! Olhe lá fora, é o sol brilhando para novas experiencias. Olhe lá fora... veja! Aquele que te acena sou eu, o pássaro que canta em sua janela, o peixe de seu aquário, o sol... em todos estes, estou eu. Eu, que canto e sofro de saudades. Vem me dê sua mão !
Richard Goulart

sexta-feira, 6 de março de 2009

Emoções



Louca, cheia de altos e baixos, ela gira num sobe e desce que nos amedronta.
Algumas vezes nos perguntam: “Você quer mais, ou menos emoção?” - Mais!! Por favor, carregue de emoção.
Quero prato cheio...
Copo transbordando...
Quero o frio na barriga, carregue de emoção!
Quero o exagero das cambalhotas e dos beijos intermináveis. Carregue meu copo de viagra, não quero dormir, quero amar a semana inteira, o sabor dos aplausos, as vaias, as implicâncias. Quero tudo ao máximo!
Louca, cheia de engrenagens que nos fazem subir e descer. Com operadores que nem sempre podem resolver nossos problemas, mas e dai? São nossos, não deles!
Quero o calor e o suor, e de vez enquanto um lugar para me refrescar...
Um copo cheio de gelo, uma loura que me sorria mesmo com estranheza e espanto. Preciso apenas deste sorriso, para alimentar meus sonhos, para alimentar meu dia.
Louca, gigante, perturbadora... Assim é a vida. E quero inteira, com muito recheio, recheada de emoções!
Richard Goulart

sábado, 3 de janeiro de 2009

2 as



Duas, Ah meu Deus que ventos trazem aqui? Duas, duas almas, duas mentes, dois sabores diferentes, duas...
Mulheres, gotas de orvalho, poesia... Duas, o que seria de mim sem uma? Agradeço aos astros o momento onde contemplo fotos em plama, as letras doces, as bricadeiras raras... Duas. Mulheres, lindas, amigas, de lindos olhares, mãe, amigas...
Richard Goulart

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Sem final



Busquei minha poesia em tua imagem nua, meus versos em sua alva e bela carne. Criei histórias e personagens, lugares e paisagens, fiz voar no céu borboletas de cores alegres, e por muitos dias pus-me a acreditar em fadas. Acreditei em sorrisos que achei ser capaz de causar, em versos que queria ouvir e dizer. Perdi a fome, o rumo, a noção de realidade e perigo, perdi o senso, a ética, o tom. Me embolei em belas canções, debulhei-me em lagrimas, sorri, amei e gozei.
Busquei um Sol para te entregar, pensei na hipótese de que outro mágico podia estar em meu lugar, e agradeci por encontrar o seu olhar. Em sonhos toquei sua pele ainda que com medo, e tive no salivar de minha canalhice o sabor de seus beijos. Em delírio afirmei que somos imperfeitos pedaços de carne, sobras de erros que acumulamos, e então tive a suave sensação de que por um segundo seria minha.
Busquei sabores e taras, tive a certeza de que quero você em meus braços, busquei mil motivos para te abandonar, mas abandonei a ideia ao encontrar o seu olhar. Em seus carinhos descobri minha fonte de desejo e em seus olhos minha inspiração.
E assim sem mim na poesia, deixo de lado o nexo, a beleza do enfeite nas palavras e sem finalizar peço presença de seus olhos para que eu diga tudo o que sinto. Quero por assim um inicio numa história que jamais deve ter um final

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Borboleta



As borboletas voam entre rosas e orquídeas, voam entre florestas, bosques e cidades, entram em nossas casas para nos fazer sorrir. Sorriem para nós. As Borboletas são agentes polinizadores, trazem de longe o pólen da felicidade. Uma borboleta quando entra em nossa vida, trás cor, felicidade e motivação.
Meus olhos em ti pequena borboleta, pedem que viva eternamente, pedem a ti carinho e um pouco de compreensão, pedem beijos roubados, pedem goles de afeto. Quando pousas em meu colo sinto a vida resplandecer em meu corpo, suas cores transformam meu dia, seu carinho adoça minhas noites, seu pouso sereno perfuma meus sonhos.
Onde está agora fada de asas coloridas? Onde estão os beijos prometidos, os abraços, os carinhos que pertencem a mim? Nos Campos busquei secretamente minha aventura, nas planícies desfrutei paisagens jamais vistas, e ao encontrar do outro lado o rio, pude me banhar em tão brancas águas. Vejo um horizonte tão belo, sim um sabor de fruta fresca, um cheiro de grama e comtemplo as cores ressaltadas de suas asas. Por ti choro meus versos, por ti escrevo minha vida, por ti canto está canção. Voa pra junto de mim e trás a felicidade que tanto em preces pedi...


Richard Goulart

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Saudade



Enquanto ansiosamente espero a sua chegada, rabisco a lápis estas palavras. Neste minutos que passo sem sua voz, torturo meus olhos com fotografias suas que só me trazem saudade. Embebedo-me nas lembranças, a água que lenta cobria seu corpo que horas turvo, horas nítido me causa inveja e uma vontade louca tocar-lhe a carne como uma esponja. Sugando-lhe o cansaço de uma noite mal dormida, observando seu corpo alvo pude sonhar...
Ansiosamente vivo a espera de um sorriso que vem com as piadas temporárias, algumas que sei lá porque; você faz questão de não entender, o ciume inevitável torna ainda mais atraente nossas tardes, noites, madrugadas... manhãs não! Pela manhã dormimos e sonhamos...
Enquanto ansiosamente espero a chegada de um novo dia, sonho com a macieis de sua pele, o poder intrigante do seu sorriso e a misteriosa forma que tens de mandar e me fazer obedecer. Afinal, quando os olhos pela derradeira vez se cruzaram, eu nada mais era que...
Devo guardar a noite em minha maleta? Pretende usar as estrelas que busquei? Pouco me importa as confeiteiras, as suas amigas, as noites mal dormidas...
Buscando encontrar um céu de borboletas, encontrei uma pequena borboleta no céu. Uma fragil borboleta, uma borboleta que pede socorro, carinho, amor... Mande embora todos os presentes na casa e faça comigo o amor que já mais ousou fazer.
Enquanto ansiosamente espero a sua chegada, rabisco a lápis estas palavras. Neste minutos que passo sem sua voz, torturo meus olhos com fotografias suas que só me trazem saudade. Embebedo-me nas lembranças...
Que falta faz a sua voz nestes minutos.



Richard Goulart

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Recomeço...


Tentei no sol buscar a lua para te entregar, no espaço pude contemplar o vôo suave das borboletas rosa e grená. Tentei de azul tingir os verdes campos e de verde, o cinza duro das cidades atribuladas . Viajei no colo do tempo para te trazer a juventude gasta pela dor, montei em grandes unicórnios para lhe provar que o impossível não existe, que só é triste quem ainda não provou a alegria do orgasmo, o frescor da cachoeira, a beleza da paisagem e a brisa das montanhas.Tentei na lua buscar o calor das estrelas, tentei trazer em minhas malas as nossas historias, nossos sonhos, os lugares onde passamos. Em busca de um olhar que nos compreenda, trouxe a ti as minhas duvidas, minhas queixas, meu temores.... Em busca de um olhar que nos compreenda, trouxe a ti a minha infância, meu delírios, meu amores... Em busca de um olhar, trouxe a nós a dúvida, os fetiches.Olhando as pradarias destes nossos corações, vemos que nada sobrou, que tudo o que temos são músculos cardíacos, pastos que alimentam os fantasmas da alma. Os fantasmas da ilusão...Tentei no sol buscar a lua para te entregar, no espaço pude contemplar o vôo suave das borboletas rosa e grená.

Richard Goulart

Acaso?




E pensar que outro mágico podia estar em meu lugar, e pensar que por um segundo não encontraria belos olhos.E pensar que outro mágico esteve em meu lugar, e que por sorte ou por azar não foi feliz como fui eu. E pensar que outro mágico queria estar em meu lugar...Hoje acordei eu fórico, ouvi em meu coração o som, de sua voz... será sonho, ou realidade? Será acaso? Ao tocar sua pele ainda que com medo, tive a no salivar de minha canalhice o sabor de seus beijos, a suave sensação de que por um segundo seria minha. Mesmo que por um segundo, não pergunte sobre meus desejos, posso te assustar, não pergunte por minhas intenções posso te decepcionar, não pergunte para quem escrevi está poesia... certamente não foi pra você.E pensar que outro mágico...Hoje tive a certeza de que quero você em meus braços, seus carinhos são fonte de desejo, seus olhos de inspiração. Ao tocar sua pele ainda que com medo, tive a clara certeza da maciez de sua alma e no salivar de minha carência o gosto do seu afeto, a suave sensação de que por um segundo seria seu. Mesmo que por um segundo, não pergunte sobre meus desejos, posso te surpreender, pergunte por minhas intenções talvez eu possa te fazer feliz, não pergunte para quem escrevi está poesia... certamente foi pra você.





Richard Goulart

Dez Minutos


Você tem 10 minutos para me falar do seu amor...Queria poder escrever belas coisas, algo que se pudesse vender, algo que pudesse comover...a primeira poesia que li foi a sua. Nunca tive saco pra ler essas coisas. Juro pra você... daí conquistador profissional propõe um jogo onde a ferida serei eu. Jogo onde as cartas estão marcadas, onde as mãos são mais rápidas que os olhos.O que você faz com tantas letras musicais? - Não sabe escrever suas próprias frases, tem que copiar do outros? Noutro lugar onde as paisagens são montanhas de chocolate e as nuvens são de algodão-doce, buscamos respostas para o que há de vir.Não sei escrever, mas sei perceber quando uma bela poesia aparece. Não me peça para falar de meu amor. Me travo completamente quando acontece algo parecido, uma vez ao cantarolar algo que eu sabia que seria capaz de te tocar, gritei: - “Pensou que fosse pra você é?” Certamente era, mas pra que dizer?Queria poder escrever belas coisas, algo que se pudesse vender, comover, demostrar meu amor com belas canções. Diz a mim do seu amor, mas não pergunte nada do meu. Me diga frases compridas, não gosto desse "ok". Parece um corte. Fale-me dos seus sonhos, mas pelo amor de Deus... esqueça de perguntar os meus. Não ouse perguntar se te amo. Afinal, somos apenas bom amigos...Pelo menos por enquanto!Nossa! Que linda essa música que me mandou, você quem escreveu?Você dormiu? Seus 10 minutos já passaram...



Richard Goulart

Imperfeitos


Somos imperfeitos pedaços de carne, sobras de erros que acumulamos. Pedaços que fortalecem a muralha da alma, mas que não devem jamais endurecer o coração. Imperfeitos pedaços de carne...

Richard Goulart

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Amarelas



Margaridas amarelas para alguém que ama, sorri e sente medo...
Margaridas amarelas, para alguém que quer brincar de bem-me-quer, margaridas amarelas como quindim, como o sorriso de quem não sabe o que dizer quando se espanta. Ao som de vozes descompassadas dela surpresa, pude observar olhos que me fitavam com temor, com desconfiança.
Entre olhares que secavam outros olhares, pude compreender a beleza que existe no silêncio, no tempo, na admiração. Um sorriso de lado, um pouco de cuidado...
A ti pequeno quindim, dedico todas as minhas singelas palavras, meu desejo de te fazer sorrir, as margaridas,as tardes entre feridas numa sala fria, aquecida por seus olhos e balas de café. Guardo seu sorriso em aço brilho em minha estante, para nas madrugadas sonhar, sonhar, sonhar...
Margaridas amarelas como quindim, para alguém que ama, sorri e sente medo...
Margaridas,


Richard Goulart